ÁGUIA- AS QUESTÕES-

POR ADAURY VELOSO;   b0hA7sSv Tenho acompanhado algumas reclamações de companheiros com relação ao trabalho da Imprensa nos clubes.Não sou o dono da verdade e tenho minha opinião que sei que vai agradar alguns e outros não.Primeiro acho importante as emissoras como também os clubes, ou seja,um precisando do outro. E desde que iniciei minha carreira dentro do futebol, sempre foi assim.em décadas passadas, pouco era as condições que os clubes ofereciam,mas a liberdade era maior.Por exemplo,não existia o assessor de imprensa,que modéstia parte eu fui o primeiro em nosso estado através do Sport;segundo, o jogador até quando terminava jogo ou treino, era entrevistado quando estava nos vestiários tomando banho.Mas não havia descriminação. Tinha-se o direito de entrevistar o atleta que desejasse.Se assistia treino ao lado do dirigente ou atleta.Hoje não pode.Acham que todos ou qualquer simples assunto não podem ser divulgados e querem o profissional de imprensa distante.A determinação de muitas diretorias do clube, e aí vem o dedo muitas vezes do técnico,é que naquele dia só podem falar para a imprensa em geral, dois jogadores.Ai o a culpa É do assessor?.Ele é mandado.O que não se admite é existir várias emissoras de rádio,televisão,jornais e redes sociais, entrevistar só dois atletas.Por exemplo;Magrão e Durval fala hoje para toda imprensa e os demais não.Fica parecendo a Hora do Brasil.Existe ainda uma entrevista extra;marcar com um atleta para fazer uma matéria especial.Aí fica somente para uma emissora podendo ser tv,jornal ,rede social ou rádio.O técnico tem os dias marcados para falar.Por exemplo, se o jogo for domingo, ele fala quarta e sexta-feira.Mas o dirigente fala todos os dias dependendo do profissional e dos assuntos.E muitas vezes, quando o dirigente tem interesse de aparecer,fato bastante comum nestes que se chamam de cartolas, quando tem algo de interesse dele e do clube, chama o repórter para entrevistá-lo.No outro dia ele passa por vc e não agradece mas se vc fizer qualquer critica, ele vem igual a muitos lhe tratar com quatro pedras nas mãos.Parece que paga o repórter e tem que sair o que eles acham que estão certos.Eu mesmo fui ameaçado algumas vezes,mas estou vivo e tem um bando de Filha da P…que torcem pela minha caveira.Mas Jesus é tão bom que sabe que tudo que escrevo, é utilizando a honestidade e não vivo no bolso de nenhum.Estes, que são mais safados que é o dirigente que dá propina ao repórter e sai boatando.Digo isso porque sei de muitos fatos e até hoje ainda existem repórteres e comentaristas que entram nesta.Agora vamos falar em dia de jogos;volto a dizer,esta minha opinião e qualquer um tem o direito de descordar;acho que antes do jogo não precisa o repórter entrevistar técnico e jogadores; afinal, passaram a semana entrevistando .Depois do jogo, aí sim, além do técnico,o profissional tería o direito de escolher alguns atletas e não aqueles determinado pelo clube.O repórter não entrar no campo de jogo, sempre e serei contra.O campo foi feito para os atletas que vão disputar a partida e o quadro de arbitragem.Terminado o jogo, acho que mesmo antes da coletiva, não custa nada o repórter poder entrevistar alguns atletas, desde que não sejam os mesmo que já tenham concedido entrevista antes do jogadores retornar ás vestiarias.Para finalizar, existe diretor que tendo amizade com determinado dono de empresas, são capazes de desempregar um pai de familia porque este colocou uma noticia que ele não gostou.O diretor que vai isso,é safado,escroto e não é digno de ser dirigente de clube.Outros vão aos diretores dos jornais e conversam com diretores .Estes por sua vez,chama o colunista ou o repórter e o adverte; se sair noticia contra este ou aquele clube lhe coloco na rua.Sabendo e observando tudo isso,finalizo pedindo a Deus que cada dia ilumine o espirito do meu ex-chefe Adonias Moura.Me mostrou como um profissional de imprensa deve agir, principalmente contra alguns diretores que gostam de aparecer e outros que são corruptos, se vendem a empresários de futebol e o clube que se lasque.

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