As novidades da Série A 2017 estádios menores

ADAURY VELOSO;

Além da divulgação da tabela da Série A de 2017, com rodadas entre 13 de maio e 3 de dezembro, os presidentes dos vinte clubes discutiram na sede da CBF, no Rio de Janeiro, sobre mudanças na formatação do campeonato – não relacionadas ao regulamento do campeonato. Foram propostas sugeridas pelos clubes e pela própria diretoria de competições da CBF, com a decisão da maioria prevalecendo a cada votação. No conselho técnico oficial, o Sport foi representado pelo seu presidente executivo, Arnaldo Barros.

Venda de mando de campo
A CBF propôs a proibição de venda de mando para outros estados somente nas últimas cinco rodadas. A maioria decidiu pela proibição em toda a competição (Fla e Flu foram contra), só sendo possível mudar o estádio dentro do mesmo estado (logo, o Sport pode jogar na Ilha e na Arena Pernambuco) .

Grama sintética
A pedido do Vasco, que nunca jogou na grama artificial da Arena da Baixada, do Atlético-PR, foi votado o veto ao piso (avaliado e aprovado anualmente pela Fifa, diga-se). O pleito foi aprovado, mas será válido só em 2018 – o Náutico planejava colocar grama artificial nos Aflitos, mas a ideia deve ser travada. O Furacão questiona a legitimidade (afinal, tem autorização internacional!).

Capacidade mínima
Até 2016, os estádios precisavam ter pelo menos 15 mil lugares sentados para abrigar um jogo da elite nacional. Estranhamente, os clubes optaram por reduzir o número, com a carga mínima de 12 mil a partir de agora. 

Avaliação estrutural
Não houve votação, mas um comunicado da confederação brasileira de futebol, que irá realizar “avaliações qualitativas e minuciosas” no estado do gramado, no placar, nos vestiários e nas cabines de imprensa.

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