Cinco desafios para o novo presidente do Sport

Adaury veloso;  No que promete ser uma das eleições mais acirradas na história da Praça da Bandeira, situação (Avança Sport) e oposição (Por um Sport campeão) duelam amanhã nas urnas. Com Arnaldo Barros e Wanderson Lacerda postulantes ao cargo maior do Executivo e diversos nomes de peso dos dois lados, ter dois projetos postos à mesa para o sócio optar é um fato que só faz bem ao próprio Leão. Porém, o vencedor desse embate, independente de quem seja, terá pela frente diversos desafios usuais de quem assume um grande clube do futebol brasileiro, como é o caso do Sport Club do Recife. Pensando no panorama da próxima temporada, a elencou cinco dos principais pontos no primeiro ano de gestão.

1 – CONSEGUIR UM BOM EXECUTIVO DE FUTEBOL
O trabalho realizado por Nei Pandolfo deixou saudades. Fora do Sport desde novembro de 2015, quando aceitou uma proposta do Bahia, Pandolfo chegou em dezembro de 2013 e teve uma excelente trajetória. Neste ano, a escolha por André Zanotta, ex-Santos, mostrou-se um erro. Sem conseguir formar um time forte, ele ainda foi apontado como um dos principais responsáveis pelo conhecido “Caso Auro”, lateral contratado junto ao São Paulo, que chegou a ser apresentado na Ilha, mas não podia atuar por outro clube que não fosse o Tricolor Paulista.
2 – SEGURAR OS PILARES DO TIME
Com a escassez no mercado brasileiro, os times tentam correr do mercado Sul-Sudeste. Por isso, a tendência é que a procura por Rithely e Diego Souza, por exemplo, aumentem neste ano. O primeiro, com 25 anos e um futuro promissor, segue sendo um dos maiores desejos do Corinthians. A alta multa rescisória continua sendo o entrave. O segundo foi artilheiro do Brasileirão 2016 e deve ter sondagens até mesmo do exterior. Fora a dupla, nomes como Ronaldo Alves, Everton Felipe e Rogério, que tem contrato até o fim do PE 2017, devem receber propostas.
 
3 – CICATRIZAR A DISPUTA ELEITORAL
Inflamadas no começo, a campanha das duas chapas aos poucos estão seguindo uma linha mais diplomática, com menos ataques pessoais e mais propostas para o clube. Porém, isso pode não ser o suficiente para uma harmonia pós-pleito. Perfeita na teoria, a frase “vamos desarmar o palanque” nem sempre é posta em prática. A união é fundamental para que a nova gestão consiga executar os seus projetos e assim obtenha êxito. As brigas pessoais sempre irão existir, mas precisam ser controladas pelo futuro mandatário.

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