Claudinei compara trabalhos feitos no Sport;

ADAURY VELOSO ;

SPORT

Claudinei compara trabalhos feitos no Sport e Avaí, mas aponta diferencial no Rubro-negro

Treinador ressalta as várias opções que possui no setor ofensivo do Leão;

Todo treinador tem suas convicções, estilo de jogo, e não as modifica demasiadamente quando vai trabalhar em outro clube. Claudinei Oliveira é assim. O técnico do Sport mantém um padrão de jogo semelhante com o usado quando comandava o Avaí, clube onde passou um ano e oito meses antes de chegar à Ilha do Retiro. Uma equipe reativa, que preza pela organização tática e marcação forte. Em uma análise geral, o trabalho dele na equipe catarinense foi bom – apesar do rebaixamento à Série B no ano passado. O comandante segue demonstrando esse serviço positivo no Leão. O próprio Claudinei admite as semelhanças das equipes sob seu comando, mas com um diferencial no Sport: mais opções para montar o time.

por telefone, direto de Florianópolis, onde está curtindo o período parcial de folga com a família, Claudinei Oliveira fez essa comparação. “A gente não é muito diferente do que a gente fez no Avaí e faz no Sport, em termos de estruturação da equipe. O Sport dá sim uma gama maior de jogadores de frente, que são jogadores mais caros, que geralmente no mercado são os mais difíceis de ter. No Avaí, a gente tinha uma quantidade, não estou falando de qualidade, até porque o Júnior Dutra está no Corinthians, mas em termos de quantidade, temos mais quantidade de jogadores no último terço do campo para nos ajudar”, avalia o treinador.
“O Sport tem uma condição de fazer trabalho muito bom, a gente consegue colocar uma organização defensiva boa e na frente temos mais variantes. Temos Michel Bastos, outra vez Rogério estava no banco e entrou, entra Carlos (Henrique), tem Everton Felipe, Andrigo. São jogadores que quando entram te dão uma perspectiva de mudança maior do que eu tinha em termos de quantidade. Eu tinha qualidade, mas não tinha quantidade”, finaliza.
Sob o comando de Claudinei, o Avaí subiu para a primeira divisão em 2016, caiu de volta para a B em 2017, mas brigou para se manter na Série A até a última rodada do campeonato. Saiu do clube catarinense em abril deste ano, após a eliminação na Copa do Brasil. No Rubro-negro, tem dez jogos no comando da equipe, e completará dois meses à frente do clube no dia 25 de junho. Com a sua chegada, o Leão passou a jogar um bom futebol, bastante competitivo, chegando a figurar em uma surpreendente vice-liderança. Atualmente, a equipe está na sétima colocação, com 19 pontos. O treinador aponta o cruzamento entre qualidade e quantidade como prepoderante para o sucesso no clube.

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