Diego Souza fala em “chance única” pela seleção brasileira

Adaury veloso;  No rosto, a expressão da felicidade estampada. Sem conseguir tirar o ar de sorriso, o meio-campista Diego Souza não escondeu a alegria em ter treinador dentre os titulares da seleção brasileira no único treino antes do jogo amistoso contra a Colômbia, marcada para as 20h45 desta quarta-feira (horário Recife). Escolhido pelo técnico Tite para ser o homem de referência no ataque, o atleta rubro-negro foi um dos mais procurados pela imprensa na saída do estádio Engenhão, no Rio de Janeiro. Tratou a oportunidade com naturalidade e disse que o futuro na seleção dependerá muito da temporada que fará em 2017 pelo Leão.

Artilheiro da última Série A pelo Sport com 14 gols, Diego Souza é visto por Tite como atacante. Foi assim que treinou nesta terça-feira, sendo o homem de referência para os companheiros Dudu e Robinho no setor ofensivo. “Estou feliz e trabalhando para desempenhar bem o que ele (Tite) pediu para ajudar da melhor maneira possível, que é o que vamos tentar fazer no jogo contra a Colômbia”, disse em sua passagem pela chamada “zona mista”, onde os repórteres podem fazer perguntas e o jogador decide se fala ou não com a imprensa.

A partida, tratada como o “Jogo da Amizade”, arrecadará fundos para as famílias das vítimas da tragédia que envolveu o avião da Chapecoense, no fim do ano passado. Apesar da conotação “solidária”, Diego afirmou que em campo a equipe brasileira irá procurar superar a falta de tempo para entrosar o grupo a fim de buscar a vitória.

“Sem dúvida é um jogo que deixa uma lembrança triste, mas dentro de campo vamos fazer o nosso trabalho. Tite pediu que a gente jogue bem próximo um do outro para suprir essa falta de entrosamento. Tem que dar certo. A gente já se conhece de jogar contra aqui no Brasil. Conheço bem o Dudu, o Robinho e as características a gente já sabe quais são e isso ajuda muito”, pontuou.

“Chance única”
Convocado para a seleção brasileira após seis anos, Diego Souza, 31 anos, afirmou que a oportunidade de atuar como titular frente à Colômbia será única. “Quero fazer o meu trabalho bem feito, que o torcedor possa comparecer por essa causa nobre que é ajudar os familiares dos jogadores que se foram e a gente espera que encha o estádio. É uma oportunidade única sem dúvida e quero fazer meu trabalho bem feito. E o que vai acontecer pela frente vai depender muito do que eu fizer lá pelo Sport”, concluiu.

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