Guilherme cita cobrança por gols e calcula número ideal;

ADAURY VELOSO – Acostumado com a média de mais de dois gols por partida, enquanto ainda disputava o Campeonato Pernambucano, o Sport, agora na Série B, conta com uma quantidade discreta: dos três confrontos que teve, balançou a rede apenas duas vezes, nenhuma delas sendo suficiente para fazer o Leão sair de campo com vitórias. Membro do setor ofensivo do time, o atacante Guilherme admitiu que a equipe precisa ser mais efetiva.

“Nós, atacantes, nos cobramos muito, até porque estávamos fazendo muitos gols no Estadual e caímos um pouco na Série B. Claro que porque são dois campeonatos com propostas bem diferentes, o próprio nível dos adversários do Brasileiro são maiores do que os do Pernambucano. Existe mais organização defensiva e ofensiva. Apesar disso, sabemos que dá para melhorarmos, estamos nos cobrando e queremos voltar fazer muitos gols nas partidas”, declarou.
Questionado sobre a mudança de função nesta nova etapa da temporada, de meia armador voltou à função original de atacante, Guilherme destacou: “acho que não senti dificuldade em voltar à minha função de origem. Os resultados não estão vindo, mas sou atacante, não há como desacostumar a jogar nessa posição, ninguém desaprende a jogar bola. Jogar como meia foi bom para mim, agreguei mais uma posição ao meu currículo. O jogo passado (contra o Figueirense) foi ruim, eu joguei mal, mas não foi por ter voltado a jogar de atacante”.

Fazendo contas

Até a pausa para a Copa América, na segunda semana de junho, o Sport terá cinco partidas a disputar, sendo três na Ilha do Retiro. Para entrar neste período com um pouco de tranquilidade, Guilherme fez cálculos de quantos pontos a equipe deve conseguir. “Temos que fazer o máximo de pontos possíveis. Arrancar nove pontos na Ilha, ao meu ver, e tentar buscar pontos fora de casa também. Vamos, internamente, tratar esses jogos como cinco finais”, pontuou. “Eu acho que não podemos mais dar bobeiras dentro de casa. Se conseguirmos fazer 15 pontos, ótimo, mas pelo menos os nove”, completou.
E já de olho no jogo deste domingo, contra o América MG, o atacante rubro-negro explicou o que espera do duelo. “O América precisa do resultado, nós também. O empate não agrada a ninguém, a tendência é de ser um jogo mais aberto, mas também estudado. Sabemos que eles têm um time organizado, embora não estejam numa fase tão boa, em termos de pontuação. Não podemos chegar que será um jogo fácil, um jogo tranquilo. Será uma partida muito disputada e muito difícil.”

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