Ney reconhece partida ruim do Sport, mas enaltece “equilíbrio emocional” nos pênaltis

ADAURY VELOSO;

Obrigado a montar a sua equipe sem cinco dos seus principais jogadores, com o zagueiro Ronaldo Alves, lesionado, além do volante Rithely, o meia Diego Souza e os atacantes Rogério e André, todos com cansaço muscular, o técnico Ney Franco reconheceu que o Sport não fez uma boa partida contra o Joinville e que, por isso, teve mais dificuldades do que se esperava. No entanto, o treinador também fez questão de ressaltar o controle emocional dos jogadores nas cobranças de pênaltis, que levaram o Leão às oitavas de final da Copa do Brasil, após derrota por 2 a 1 no tempo normal. Além é claro, de Magrão.

Vale lembrar que essa é a segunda classificação do Sport obtida nos pênaltis com Ney Franco. A primeira veio nas quartas de final da Copa do Nordeste, diante do Campinense, logo no seu segundo jogo no comando da equipe. “Esse jogo com o Joinville foi um dos confrontos mais difíceis que tivemos até aqui. Tivemos que trabalhar forte para conseguirmos essa classificação”, reconheceu.
“No primeiro tempo nitidamente o adversário foi superior e afundou a nossa defesa. No segundo, o jogo foi um pouco mais equilibrado, principalmente após a entrada de Rodrigo no meio de campo. Passamos a rodar mais a bola e criar chances de gol. Mas depois cometemos erros. Principalmente no primeiro gol deles, quando estávamos atacando de qualquer maneira e sofremos o contra-ataque. Mas tivemos equilíbrio emocional na hora dos pênaltis. E sabíamos que o Magrão é um pegador de pênaltis”, completou o comandante leonino, que também fez questão de enaltecer, em especial, outro jogador.
Para Ney Franco, o atacante Leandro Pereira foi muito importante para a classificação. Não só pelo gol que marcou no tempo normal, mas também pelo aspecto tático. O treinador também mininizou o pênalti perdido na disputa após o tempo normal. “O Leandro entrou centralizado, mas depois foi deslocado para o lado direito porque o Juninho não estava conseguindo acompanhar a marcação. No segundo tempo, ele voltou a atuar na posição dele após a entrada do Everton Felipe e depois com Rodrigo. Foi assim que saiu o gol. Mas ele ajudou muito não só com o gol, mas na sua entrega física e na vontade”, pontuou.
 

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