O sucesso da parceria do Náutico com a Caixa Econômica Federal ;

ADAURY VELOSO;

O sucesso da parceria do Náutico com a Caixa Econômica Federal

Futebol não tem muito o que explicar. É paixão. Emoção. Responsável por mover e comover milhares de pessoas ao redor do mundo, o esporte se tornou uma das principais ferramentas de marketing das grandes empresas. Hoje, toda marca interessada não só em divulgação, mas em criar e fortalecer o relacionamento com o público, enxerga no futebol uma excelente oportunidade de negócio. No mercado brasileiro, o Clube Náutico Capibaribe se destaca como um dos potenciais players de investimento.

Apesar do retorno positivo gerado pelo marketing esportivo, a crise econômica que assola o Brasil nos últimos anos acabou atrapalhando o fechamento de importantes patrocínios, direcionados principalmente neste período a clubes do exterior. O Náutico, por exemplo, chegou a passar três anos sem um patrocinador máster. No entanto, marcado por uma história gloriosa e de tradição, e por ter uma torcida fiel e apaixonada, o Alvirrubro em 2016 conseguiu se unir a um grande aliado: a Caixa Econômica Federal.

Com a meta de fortalecer o posicionamento de maior patrocinador do esporte brasileiro, a Caixa Econômica Federal viu a parceria com o Náutico como um recurso fundamental para atingir os objetivos da empresa no segmento: reforçar a mensagem de dinamismo e agilidade, com potencial de rejuvenescimento da marca, além de incrementar os relacionamentos institucionais e negociais e de gerar novos negócios. “Estamos cientes da representatividade do Náutico e de sua torcida, entendemos a parceria em 2016 como satisfatória”, destacou o Superintendente Nacional de Promoções e Eventos, Gerson Bordignon.

De acordo com Bordignon, os investimentos em marketing esportivo, de uma maneira geral, proporcionam benefícios a curto, médio e longo prazo, uma vez que propiciam aos patrocinadores a incorporação dos atributos inerentes ao esporte, a exposição constante da marca na imprensa e em todas as mídias, além do reforço da imagem corporativa.

“Por meio de sua grande visibilidade nos diversos meios de comunicação, o futebol contribuiu de forma contundente para a consolidação do posicionamento da Caixa como maior patrocinadora do esporte brasileiro, otimizando a relação custo benefício dos investimentos realizados. Além disso, possibilita às áreas negociais o estreitamento de relacionamentos existentes e a utilização da modalidade como ferramenta para a prospecção e fidelização de clientes, alcançando todas as classes sociais”, apontou o Superintendente Nacional de Promoções e Eventos.

Além do benefício financeiro, um clube de futebol ter o patrocínio da Caixa representa que ele tem certidões negativas, ou seja, não há pendências cadastrais ou débitos Federais e Trabalhistas em nome da instituição, além disso, que está alinhado à Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte – Profut e Lei do Desporto – Lei Pelé, ou seja, que estejam engajados em trabalhar com fair play financeiro. “A ideia é fortalecer o futebol brasileiro, não somente injetando dinheiro de patrocínio, mas deixando um legado claro de mudança na gestão como um todo, não somente nas finanças, mas no marketing e no âmbito comercial”, explicou Bordignon.

Investimento

Em 2016, a Caixa foi patrocinadora de 21 clubes, com mais de R$130 milhões investidos. Segundo o Superintendente Regional, Paulo Nery, a empresa vê cada time como uma oportunidade. No investimento no Náutico uma das coisas que chamou a atenção para o acerto foi o perfil diferenciado da torcida alvirrubra.

“A torcida do Náutico tem um perfil diferente em comparação as outras equipes que patrocinamos. Então, eu vejo como um complemento esse patrocínio. Além disso, o alvirrubro precisa saber que a Caixa é uma empresa que acreditou no Náutico, e que tem soluções para financiamento, aquisição, reforma e construção do seu imóvel, oferecendo todas as soluções para viabilizar esse sonho. Temos as melhores linhas de financiamento do Brasil”, lembrou Nery.

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