Remo solicita ao Ministério Público proibição da torcida do Náutico;

ADAURY VELOSO ;

NAUTICO

Remo solicita ao Ministério Público a proibição da torcida do Náutico no jogo no Mangueirão

O setor jurídico do Náutico se mostra tranquilo, pois não há garantias de que o requerimento do clube paraense siga adiante no trâmite;

O Remo enviou um ofício, no dia três de agosto, à Justiça de Belém, solicitando a proibição da entrada da torcida do Náutico na partida deste sábado, às 19h30, no estádio Mangueirão. A justificativa do clube paraense se dá devido aos recentes confrontos entre facções organizadas, envolvendo a Remoçada e uma rival pernambucana. Além disso há, também a rivalidade com a facção que se utiliza da imagem do Náutico, gerando essa apreensão por parte dos remistas.

“Isso ainda é embrionário, foi apenas um requerimento do Remo ao Ministério Público. Não quer dizer que será levada à frente. De todo modo, evidentemente que isso não existirá nos jogos finais da Série C que o Náutico jogará como visitante”, falou o vice-presidente jurídico do Náutico, Alexandre Carneiro.
Os casos anteriores, nesta Série C, aconteceram no jogo entre Remo e Santa Cruz, no Pará, e em uma emboscada feita por uniformizados da Inferno Coral contra a Remoçada. Na ocasião do jogo em Belém, bombas foram lançadas em direção à facção pernambucana nos arredores do estádio Mangueirão, e também ocorreram brigas no salão de espera do Aeroporto Internacional de Belém.
A primeira retaliação veio em jogo entre Botafogo-PB e Remo, quando o ônibus da organizada paraense foi emboscado e vários integrantes foram espancados. A segunda aconteceu no jogo em Recife, quando integrantes da aliada remista em Recife foram espancados nas proximidades do estádio do Arruda.

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