Sport descarta ida de clássico para a Arena de Pernambuco;

ADAURY VELOSO ; Presidente Arnaldo Barros ainda classificou o infrator do último clássico como “irresponsável”  ; Passado o primeiro Clássico das Multidões da temporada, todos os holofotes se viraram para o próximo e também último duelo do ano entre Sport e Santa Cruz, marcado para a próxima quarta-feira (14), também na Ilha do Retiro. Entre reclamações do lado tricolor, foi levantada a sugestão para que o jogo decisivo fosse realizado na Arena de Pernambuco, inclusive com o presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, deixando a decisão mão da diretoria rubro-negra.

Porém, a hipótese sequer foi considerada pela cúpula da Praça da Bandeira. Para o presidente Arnaldo Barros, o problema não foi a Ilha do Retiro, mas sim o caso isolado do torcedor infrator que acendeu um sinalizador, a quem o mandatário chamou de irresponsável. Confira a posição do presidente leonino na íntegra.

“Nenhuma (possibilidade sobre transferência do jogo). Não há nenhum motivo para se transferir o jogo da Ilha do Retiro, para abdicarmos da nossa casa porque a Ilha foi, é e sempre será segura. O que aconteceu partiu de um irresponsável que, acreditando na impunidade, saiu de casa com um artefato que ele sabe que é proibido, disposto a burlar a fiscalização e a revista da polícia, e até mesmo destemidamente acender o artefato no estádio, o que é proibido. Isso causou uma correria e algumas pessoas se machucaram por conta de um irresponsável. Mas, não que a Ilha não seja segura. A direção do Sport sempre tomou todas as providências preventivas para garantir a segurança, nesse e em todos os jogos. Comparando com os números que somos obrigados a cumprir, tínhamos o dobro de ambulâncias, de médicos, de brigadista, de enfermeiros… Nós preparamos sempre para dar toda a segurança ao torcedor. E assim será na próxima quarta-feira. Agora, não é a Ilha que não tem condições de receber o clássico. São alguns que se dizem torcedores que não tem condições de se manter num convívio social harmônico e saudável”, respondeu Arnaldo Barros. 

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