técnico pontua importância de vitória do Santa Cruz;

ADAURY VELOSO ;

SANTA CRUZ

‘Atmosfera caldeirão, G4 e mata-mata’, técnico pontua importância de vitória do Santa Cruz

Roberto Fernandes vê êxito sobre o Remo como crucial para futuro do Tricolo;

Uma vitória no jogo contra o Remo, às 17h deste domingo, no Arruda, poderá imergir de vez o Santa Cruz no grupo dos quatro melhores classificados do Grupo, àqueles que avançarão de fase na Série C. A importância de bater a equipe paraense, de acordo com o técnico Roberto Fernandes, vai ainda além. De olho em uma vantagem futura do Tricolor, o treinador desmembrou pontos importantes que conduziram o caminho coral em caso de vitória sobre o Remo.

“Independentemente de tudo, sabemos da necessidade da vitória por vários aspectos. Primeiro, para a gente se consolidar no G4. Segundo, pela atmosfera caldeirão no Arruda. Temos quatro dos  últimos seis jogos em casa e classificando vamos ao mata-mata ainda. Apesar da campanha muito boa como visitante, no mata mata a força maior tem que ser em casa e uma vitória agora tem vários aspectos, inclusive de trazer definitivamente a sinergia entre time e torcida”, alertou Roberto Fernandes.
Após o jogo contra o Remo, o Santa Cruz terá na rodada seguinte outra partida em casa, contra o Globo. São duas partidas consecutivas no Arruda, vistas como crucial pelo treinador. “Não tenho dúvida que será dentro do Arruda que vamos consolidar nossa classificação. E dentro vamos buscar a classificação melhor para no mata-mata pegar um adversário menos qualificado e decidir em casa. Quando falo menos qualificado, falo em termos posição na tabela”, ressaltou.

Adeus ao estilo Júnior Rocha

Nos seis jogos que comandou o Tricolor nesta Série C, Roberto Fernandes buscou imprimir seu estilo de jogo na equipe. Precisou, desfazer uma filosofia que vinha sendo empregada desde o começo do ano, quando o Tricolor era comandado por Júnior Rocha.
“Sou averso à questão posse de bola sem objetividade, essa é uma das maiores dificuldades minhas no Santa. Ao longo da temporada, o time vinha sendo Alemanha, Espanha, Portugal, Argentina. Muita posse de bola e perdia jogo. Lógico, jogando em casa não vamos entregar a bola ao Remo e ser uma equipe reativa. Mas o que precisamos fazer é adiantar as linhas de marcação e jogar mesmo. E quando passar do meio de campo olhar uma coisa somente: o gol. Nada de toquinho de lado, isso só quando a gente está ganhando com uma margem segura. Até fizemos isso contra o ABC, já com a vantagem e quebramos o ímpeto deles com contra-ataque e passamos a ter mais a posse de bola”, explicou.
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