Treinador prega respeito à Juazeirense;

ADAURY VELOSO ;

SANTA CRUZ

Treinador prega respeito à Juazeirense, mas fala em obrigação de vencer o jogo dentro de casa

Roberto diz que não há outra projeção para o Santa Cruz, além de ter 100% de aproveitamento no Arruda nos seis jogos restantes sob seus domínios;

Após o empate em 1 a 1, contra o Confiança, jogando fora de casa, o Santa Cruz volta as suas atenções agora para a partida diante da Juazeirense, no Arruda. O duelo está marcado para sábado, dia 2, às 18h. O Tricolor ocupa agora a quinta colocação no Grupo A da Série C, e mira chegar ao G-4 nesta rodada. O técnico Roberto Fernandes salienta que a equipe deve, daqui para frente, ter um aproveitamento de 100% em casa para alcançar as metas traçadas.

“A gente sabe que precisa fazer o dever de casa. O Santa tem 6 jogos em casa e não existe nenhuma outra projeção que não seja 6 vitórias. Mas passo a passo, respeitando os adversários. Vamos respeitar a Juazeirense que está na mesma luta que a nossa, mas em casa, o mundão do Arruda tem que fazer a diferença como sempre fez na sua história”, comentou o treinador.
A terceira divisão, neste formato de dois grupos com dez equipes em cada um, se caracteriza pelo equilíbrio na sua disputa. Tanto que, no Grupo A, a diferença entre o lanterna Globo, e o Botafogo-PB, quarto colocado e que tem os mesmos dez pontos que o Santa Cruz – está uma posição acima devido ao número vitórias -, é de apenas três pontos. Enquanto isso, equipes de maior porte, como Náutico e Remo, brigam na parte de baixo da tabela. “Nesse campeonato está muito claro que camisa e tradição não vão fazer diferença. Está aí o Atlético-AC, brigando pela liderança com 5 vitórias”, analisou.
O comandante ainda vislumbra uma boa sequência com o Tricolor, baseando-se no que ele conhece do time e o viu apresentar no empate dessa segunda-feira. “Fico mais satisfeito com os acertos que vi da equipe, com a entrega que vi dos jogadores. O Santa Cruz, com os pés no chão e cabeça no lugar, tem tudo para brigar com a classificação à segunda fase e consequentemente pelo acesso”, encerrou.

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