Vitor quer 2017 sem lesões e não se põe como titular da lateral direita do Santa Cruz

Adaury veloso;  Vitor foi titular nos títulos da Copa do Nordeste e do Pernambucano, no ano passado. Mas na Série A do Brasileiro mal atuou. Apenas na reta final do campeonato, já sob o comando do interino Adriano Teixeira, o veterano de 34 anos obteve uma sequência de jogos. O jogador alega que lesões o prejudicaram. De contrato renovado por um ano, projeta um 2017 sem se machucar com gravidade. Hoje, ele é o principal lateral direito do elenco do técnico Vinícius Eutrópio. Mas nega que esteja nas frentes dos concorrentes.

Embora já com dois anos de casa, respaldado pelo auxiliar Adriano e sem grandes “sombras” para a posição, Vitor nega que esteja em um patamar mais alto na disputa pela titularidade em relação ao argentino Gabriel Vallés e a Nininho, que se reapresentou após empréstimo ao Boa Esporte-MG. “Acho que nem eu, nem outro do elenco, sai na frente de alguém. As chances estão aí. Quem se sobressair fisicamente e tecnicamente vai sair na frente. Todo mundo está trabalhando, querendo um lugar. Cabe buscar o seu espaço. O que fiz em 2015, em 2016, zerou”, pontuou.

Em 2016, porém, Vitor viveu um dos seus piores momentos no Arruda. Passou quase três meses parado por causa de duas sucessivas contusões na panturrilha esquerda antes das sete partidas seguidas como titular que teve no Brasileiro (uma com Doriva e as seis últimas com Adriano Teixeira). Mas, mesmo apto, acabou sendo escanteado por Doriva. Danilo Pires chegou a ser improvisado na lateral.

“O que faltou (no ano passado) eu não sei. Sei o que aconteceu. Tive lesões na panturrilha e depois só fui ter oportunidade na reta final, com Adriano. Gostaria até de aproveitar e agradecê-lo por confiar em mim. Espero que neste ano as lesões não venham. Sabemos que são inevitáveis, que vão acontecer. Que sejam leves e eu não fique três meses sem jogar”, afirmou.

Acostumado ao Santa Cruz
Mesmo sob desconfiança, sem ser unanimidade entre a torcida tricolor e ainda na iminência de voltar a ter salários atrasados, Vitor diz que não pensou em deixar o clube ao fim de 2016. Conta que já está acostumado à cidade ao clube. “Já conheço, já sei como funciona. A diretoria é praticamente a mesma”, relatou. “O fato de conhecer a cidade foi o principal fator (para a renovação de contrato). Trocar o Santa Cruz por outro clube só se fosse de Goiânia”, emendou o lateral, que jogou cinco temporadas no Goiás.

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